ACONTECENCIAS

Artigo escrito por mim produziu efeito hilário em determinado grupo de WATSAPP, embora que o assunto seja sério. No texto do referido artigo não nominei ninguém, mas alguém pegou a carapuça. Pelo que me consta “ataque pessoal” como dizem que fiz, é quando o nome de pessoa é citado, e não foi o caso. Engraçado é algum ralé no meio dos ricos me atirar pedra. E agora, quem vai pegar essa carapuça?

Ser rico não é crime. Boicotar ações que fomentam os negócios, que por sua vez gera emprego e renda, isso sim deveria ser crime. Existe rico de todo jeito, tem o solidário, humano, “pão duro”, desumano, compreensivo, reacionário, desagregador, e por aí vai. Cada um se enquadra de acordo com sua personalidade, sua formação, sua fonte de riqueza. Tem também rico cuja fonte de riqueza não é tão nobre.

Sou homem de formação moral e religiosa e ética e fui forjado no combate às desigualdades. Não é do meu feitio desrespeitar os semelhantes. Interpretação das palavras que pronuncio ou escrevo fica a critério de cada um, inclusive dos que delas fazem uso para bajulação. Na verdade alguns se aproveitaram do que eu disse para fazer uso político, de forma velada. Tenho posicionamento definido e sempre do lado dos mais fracos. A livre manifestação é importante para o equilíbrio social. Defender os interesses coletivos, idem. Combater o desemprego e a fome também é e reagir aos incautos é tão necessário quanto.

O assunto gerador deste texto foi tratado “interna corporis”, por isso, mais uma vez, não cito nomes, mas poderei fazê-lo se necessário. Tenho dito.

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